Primeiro motoclube feminino do Amapá transforma pilotagem em símbolo de independência
Escudo do grupo Salto e Graxa, o primeiro motoclube feminino do Amapá Maria Clara Prudêncio/g1 No Dia do Motociclista, celebrado nesta segunda-feira (27), o g1 conta a história do Salto e Graxa, primeiro motoclube feminino do Amapá. Criado em 2018, o grupo foi fundado para mostrar que mulheres também ocupam as estradas, dominam técnicas de pilotagem e encontram na motocicleta independência e liberdade. A ideia surgiu quando Any Cambraia, de 40 anos, integrava um motoclube masculino e acompanhava
Escudo do grupo Salto e Graxa, o primeiro motoclube feminino do Amapá
Maria Clara Prudêncio/g1
No Dia do Motociclista, celebrado nesta segunda-feira (27), o g1 conta a história do Salto e Graxa, primeiro motoclube feminino do Amapá. Criado em 2018, o grupo foi fundado para mostrar que mulheres também ocupam as estradas, dominam técnicas de pilotagem e encontram na motocicleta independência e liberdade.
A ideia surgiu quando Any Cambraia, de 40 anos, integrava um motoclube masculino e acompanhava o marido nas atividades. Ela decidiu começar a pilotar e, na época, era a única mulher do grupo que conduzia a própria moto. "Eu era a única que pilotava, a maioria ia para apoiar o marido e ficavam na garupa. Então pensei que se eu gostava de moto, deveriam existir outras mulheres iguais a mim. Eu só precisava encontrá-las".
Any passou a procurar outras motociclistas, convidou esposas que também tinham moto e reuniu as primeiras participantes. Quando chegaram a cerca de dez mulheres, decidiram fundar oficialmente o motoclube.